|
Rodovia Geraldo Scavone
Reivindicação antiga dos moradores de Jacareí, mas que afeta diretamente boa parte dos moradores de São José dos Campos, além de ser via de escoamento de produção de várias indústrias, a Rodovia Geraldo Scavone (SP-66, ou Estrada Velha Rio-SP) foi tema de uma ótima reportagem da TV Vanguarda (Série Estradas, 17/5). Dessa vez, o descaso para com a rodovia foi tratado como merece. A reportagem cita textualmente que “a responsabilidade pela manutenção da estrada ainda é do Departamento de Estradas e Rodagens (DER), mas por aqui ele raramente é visto”. A reportagem registrou ainda a afirmação do secretário de Transportes do Estado, Mauro Arce, de que obras emergenciais já estão sendo providenciadas, e o processo de licitação para obras de recuperação está em fase de conclusão. Diante das várias promessas do Governo do Estado, tenho a esperança de que, com esse importante registro jornalístico possamos, finalmente, ver concretizadas essas melhorias tão urgentes — ainda que tardiamente. A reportagem pode ser vista aqui: http://www.vnews.com.br/video.php?id=6032 Para complementar, já escrevi mais de uma vez sobre o problema. Entre outros, cito estes dois artigos: >> Uma octogenária pede socorro >> Estrada Velha SP-RJ: um apelo A mobilização de todos nós é fundamental para que a recuperação da Geraldo Scavone se concretize. Conto com o apoio e o engajamento de todos — esta é uma causa que vai beneficiar milhares de moradores e é essencial para que Jacareí continue crescendo e se desenvolvendo. |
TAV: um novo marco para o Vale
Nosso Vale do Paraíba foi, e é, protagonista e palco de momentos históricos diversos. Todos os ciclos econômicos do Brasil tiveram a participação das cidades valeparaibanas, e nossa maior riqueza consiste exatamente no fato de, ao lado desse protagonismo conjunto, nossas cidades preservarem suas identidades, sem descaracterizar suas vocações e tradições. Em que pese a inexistência de um projeto amplo de desenvolvimento regional, com uma visão de conjunto das cidades (principalmente por parte do governo estadual), vivemos hoje mais um desses momentos: o TAV (Trem de Alta Velocidade) vai cortar todo o Vale, e inevitavelmente trará impactos – econômicos, sociais, ambientais – ainda impossíveis de serem mensurados. Pela dimensão e pelo ineditismo, é natural que o TAV provoque discussões acaloradas. Da mesma maneira, é absolutamente legítimo que alguns municípios pleiteiem parte dos investimentos diretos – no total, são R$ 35 bilhões. Todas as intervenções e os impactos de um projeto dessa magnitude, no entanto, serão inevitavelmente compartilhados, em maior ou menor grau, não apenas pelas cidades valeparaibanas, mas irão se estender a toda a região metropolitana de São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, ao litoral paulista e carioca, ao sul de Minas Gerais… É imprescindível que as discussões em torno do TAV sejam pautadas, fundamentalmente, por uma visão ampla, dimensionadas proporcionalmente à grandeza do projeto. Não podemos admitir que interesses mesquinhos e bairristas limitem o debate, com uma visão míope e anacrônica que vai de encontro à modernidade e à tecnologia que moldam todo o projeto. No trecho paulista do Vale, caberá ao consórcio vencedor decidir em qual cidade será instalada uma das estações – uma já está definida, em Aparecida. Critérios técnicos e de viabilidade econômica, custos operacionais e impactos socioambientais, entre outras variáveis, serão consideradas para a decisão final, que deverá ter ainda o aval do Governo Federal. Chega a ser ingenuidade admitir a hipótese de que ingerências pessoais ou interesses político-eleitorais possam interferir em uma decisão desse porte. Seja Jacareí, seja São José dos Campos, seja qualquer outra cidade que venha a receber a estação do TAV, só precisamos aplaudir. Todo o entorno da estação – e, volto a ressaltar, entenda-se por “entorno” as cidades vizinhas, toda a região – vai exigir inúmeros equipamentos, como oficinas de manutenção, prestadores de serviços, intervenções urbanas e viárias, só para citar alguns. Novas empresas serão atraídas pelo projeto, que prevê ainda a transferência de tecnologia para o Brasil – ou seja, incluam-se ainda novos pólos de pesquisa, ciência e tecnologia. O Vale do Paraíba segue inexoravelmente um processo de conurbação, e nossas cidades são totalmente interdependentes. Moradores transitam diariamente entre mais de uma cidade, dividindo seu cotidiano – e sua cidadania – de trabalho e de lazer por todo o Vale. Da mesma maneira que esses vínculos naturais e de convivência interpessoal crescem e se fortalecem entre os valeparaibanos de todas as cidades, precisamos encarar nossos desafios e compartilhar os benefícios regionalmente. Podemos encarar o TAV sob os mais diversos ângulos. Mas fiquemos com a constatação de que um eixo que corte todo o Vale exige uma visão regional, que considere os mais variados aspectos. O TAV se apresenta, assim, como uma oportunidade única para que seja um verdadeiro ponto irradiador de um novo processo de desenvolvimento regional. Todo o Vale do Paraíba merece.
[Artigo publicado no valeparaibano de 30/01] |
A importância regional do TAV
Das diversas iniciativas e ações que estão sendo implementadas pelo Governo Federal dentro do PAC, o Programa de Aceleração do Crescimento, uma em especial vem fomentando discussões acaloradas envolvendo todo o Vale do Paraíba, tanto no trecho paulista como no fluminense. Pelo seu próprio ineditismo, o TAV (Trem de Alta Velocidade) gera naturalmente dúvidas, curiosidade e, principalmente, expectativas. É necessário, no entanto, que o TAV seja encarado em toda a sua magnitude, com uma visão que contemple toda a região envolvida e todos os impactos e benefícios inerentes a um projeto desse porte. Em sua concepção, o PAC é muito mais que um programa de expansão do crescimento. São mais de R$ 503 bilhões voltados a um novo conceito de investimento em infraestrutura – com obras nas áreas social e urbana, de logística e de energia – que tem como objetivo, ao lado de medidas econômicas, incrementar os setores produtivos de maneira a culminar em benefícios sociais para todo o país. Como bem definiu a ministra Dilma Rousseff, “um país sem projeto é um país sem futuro”, e o PAC ilustra bem esse projeto para o país. Nesse contexto, o TAV desponta como o maior e mais ambicioso projeto, com investimentos da ordem de R$ 34,5 bilhões. É compreensível que algumas cidades já se mobilizem no sentido de garantir parte desses investimentos diretos, candidatando-se a sediar as estações de parada ou as oficinas de manutenção, com articulações envolvendo lideranças políticas e empresariais. Mas é fundamental que esse debate seja ampliado, de maneira que essas articulações e mobilizações sejam norteadas por critérios técnicos, contemplando a região como um todo e não um ou outro município em particular. Aparecida, por todo o seu potencial turístico-religioso, desponta como uma das paradas obrigatórias do TAV na nossa região. Pelo edital da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres), o consórcio responsável pelo projeto deverá incluir um total de nove estações obrigatórias em todo o traçado, de Campinas a São Paulo e Rio de Janeiro. Não há, no edital, nenhuma determinação específica para uma ou outra cidade – há, sim, orientações e referências rigorosamente técnicas, desde estudos de demanda e custos aos aspectos geológicos e de impacto ambiental. Sejam quais forem as cidades definidas pelo consórcio vencedor, deve-se creditar a escolha a esses critérios técnicos, e não a ingerências político-partidárias. Pelo próprio conceito que norteia os sistemas de trens de alta velocidade, e o projeto do TAV especificamente, uma das premissas básicas é servir como vetor de fomento e indução ao desenvolvimento regional, e não apenas com a geração de empregos diretos e indiretos, mas como atrator de novos investimentos e projetos para toda a região. Da mesma maneira como o processo vem sendo conduzido pelo Governo Federal, de forma transparente e com direito a consulta pública pela internet e audiências públicas, os municípios envolvidos precisam se unir e discutir conjuntamente os impactos e benefícios envolvidos em todo o projeto. No Vale do Paraíba, de Jacareí a Queluz, de São José dos Campos a Aparecida, passando por Taubaté, Caçapava, Cachoeira e todas as demais cidades, bem como nossas lideranças políticas e empresariais, devem encarar o projeto como um novo vetor de desenvolvimento regional. Focar as discussões em uma ou outra cidade, sem essa visão orgânica, chega a ser miopia, subestimando o potencial da nossa região, como um todo.
Artigo publicado no jornal valeparaibano, dia 09/01 |
Uma octogenária pede socorro
Ela está prestes a completar 82 anos. Apesar de tantos e significativos serviços prestados, de ter feito parte da história do Vale do Paraíba e de participar intensamente do cotidiano de milhares de pessoas, ela ainda carece do merecido cuidado e atenção, tornando-se protagonista frequente de notícias, infelizmente na maioria das vezes, de forma negativa. Refiro-me à Estrada Velha Rio-São Paulo, a SP-66. Em seus 163 quilômetros, ela recebe diferentes nomes, evidenciando as diferentes condições de cada trecho. Mas um pequeno segmento, que não chega a oito quilômetros, ilustra essa diversidade: entre Jacareí e São José dos Campos, a rodovia Geraldo Scavone já se caracteriza como uma avenida que serve de eixo para a conurbação entre as duas cidades mas, inversamente à sua relevância, sofre com o abandono por parte do governo do Estado. Temos nos empenhado para reverter essa situação, que se agrava a cada dia, mas lamentavelmente não recebemos a necessária atenção. Nossas ingerências junto ao governo do Estado já vêm desde a primeira gestão do prefeito Marco Aurélio de Souza, há mais de oito anos. Esta semana, em audiência pública organizada pela Frente Parlamentar do Vale do Paraíba, em Taubaté, protocolei diretamente ao secretário estadual de Transportes, Mauro Arce, mais um pedido reiterando a urgência de obras na rodovia. Em troca, o que temos recebido do governo do Estado é uma coleção de promessas, por vezes feitas com alarde e gerando expectativas que acabam frustradas. Em dezembro de 2008, por exemplo, o governo estadual anunciou a inclusão da Geraldo Scavone no Programa Pró-Vicinais, dentro de um pacote de R$ 3,9 bilhões para recuperação de estradas em todo o Estado. A SP-66 foi citada literalmente como “prioridade para a Secretaria dos Transportes” pelo diretor regional do DER (jornal valeparaibano, 16/12/08: “Estrada Velha Rio-SP será recuperada”), com a promessa de início das obras ainda no primeiro semestre de 2009 – ainda assim, a Geraldo Scavone ficou de fora, enquanto outras estradas vicinais com tráfego significativamente menor foram contempladas. Os cerca de 15 mil motoristas que trafegam diariamente pelo trecho entre o Jardim Morumbi, na zona sul de São José, e o Jardim das Indústrias, em Jacareí, aguardam ansiosos uma resposta. Já os cerca de 250 mil moradores que convivem com a rodovia imploram por mais segurança – que se traduziria na construção de acostamentos, implantação de sinalização e construção de rotatórias para o acesso aos bairros Altos de Sant’Anna e Jardim Primavera, além da recuperação da pavimentação. Como se vê, os problemas atingem não apenas Jacareí, ainda que o trecho que exige a maior atenção esteja situado em território jacareienese – exatamente pela importância da rodovia, que extrapola os limites de nossa cidade, já contamos com o apoio do prefeito de São José, Eduardo Cury, do deputado federal Emanuel Fernandes e dos nossos deputados estaduais que compõem a Frente Parlamentar do Vale do Paraíba, todos sensíveis às nossas reivindicações. O que exigimos do governo do Estado, portanto, é uma visão e um planejamento amplos para a região – que, como já foi dito, é cenário de um processo de conurbação irreversível. A Prefeitura de Jacareí tem plena consciência da necessidade desse planejamento, e já se colocou à disposição do governador do Estado para fixarmos parcerias para a manutenção da Geraldo Scavone. (Fica a sugestão, aliás, ao governador Serra para que peça a seu secretariado que visite mais nossa região, a fim de conhecerem de perto nossas prioridades e necessidades – temos certeza de que ainda terão oportunidade de conhecer nossas belezas e riquezas naturais.) Temos esperança de que 2010 seja um ano marcado pela execução dessas obras, e não um ano que marque mais um aniversário de reivindicações. Pela importância econômica e estratégica da rodovia, mas principalmente pela segurança e garantia de qualidade de vida dos moradores e motoristas, aguardamos por ações mais efetivas do governador Serra. Antes que seja tarde demais. >> Texto publicado nos jornais valeparaibano e Diário de Jacareí, no dia 19/11/2009 |
Estrada Velha SP-RJ: um apelo
Ela é uma rodovia estadual, mas já se transformou em uma via urbana, devido à crescente e inevitável conurbação envolvendo Jacareí e São José dos Campos. Neste processo, porém, a SP-66 – ou rodovia Geraldo Scavone, ou ainda a nossa conhecida Estrada Velha São Paulo-Rio – foi parcialmente relegada diante da importância de que se revestiu. Pelo lado de São José dos Campos, a Geraldo Scavone influi direta ou indiretamente no cotidiano de cerca de 200 mil moradores da Zona Sul daquela cidade. Pelo lado de Jacareí, são mais cerca de 50 mil habitantes, desde o Parque Nova América até a divisa com São José. As diferenças de um e outro lado da divisa entre as duas cidades vão mais além: nos domínios joseenses, a via já recebeu inúmeras intervenções, como construção de canteiros, novos acessos e retornos, a instalação de semáforos e pontos de iluminação – enfim, investimentos vultosos. Já no trecho de Jacareí, investimento zero! A parceria com o governo do Estado vem sendo tratada há muito tempo, várias vezes liderada pelo ex-prefeito Marco Aurélio de Souza e já duas vezes por mim. O governador José Serra, por intermédio da Secretaria de Transportes, chegou a noticiar neste jornal que a obra seria licitada este ano e iniciada ainda em 2009. Após o anúncio, rapidamente procurei o governo do Estado de São Paulo e o DER para saber mais detalhes e tentar garantir que o projeto entregue pela administração de Jacareí à divisão regional do DER de Taubaté é o que será efetivamente licitado. Qual o motivo da nossa preocupação? No caso da SP-66, no trecho ao qual me refiro, não basta apenas recapeamento asfáltico. Será fundamental a construção de acostamento e trevos para retornos, pois há muitos bairros ao longo da via, além de empresas e condomínios empresariais que são usuários diários da rodovia. Só para exemplificar, Jacareí sedia uma empresa de vidros que é a terceira maior em arrecadação de ICMS da cidade e que está investindo mais de 60 milhões de euros (cerca de R$ 165 milhões) na ampliação de suas instalações. São previstos ainda mais investimentos, e suas atividades futuras preveem a entrada e saída de caminhões a cada seis minutos da empresa – todos acessando diretamente a SP-66. Na última reunião do Codivap, em Mogi das Cruzes, solicitei ao presidente do consórcio, Otacílio Rodrigues (prefeito de Piquete) – e contei com a anuência dos demais prefeitos –, para que sejam convidados o secretário de Transportes do Estado e o superintendente do DER para fazer uma apresentação detalhada aos prefeitos do Codivap sobre os investimentos e o cronograma das obras. É uma situação por que passam vários municípios, conforme me atestaram muitos colegas prefeitos. Como afirmei na reunião do Codivap, o mais importante é garantir a execução da obra, muito além de disputas político-partidárias. No entanto, a rodovia SP-66 é de responsabilidade do Estado, e estou certo de que o governador vai priorizar esta obra. Com isso, traremos melhorias para grande parte da população de Jacareí e de São José, além de tantos outros que utilizam a rodovia. Em nome da população de Jacareí, é o que espero do governador de São Paulo, para o bem da nossa população.
Artigo publicado no jornal valeparaibano, dia 10/06 |
Semana do Meio Ambiente
Jacareí passou muitos anos sem nenhuma política voltada ao meio ambiente e ao planejamento. Nos últimos anos, porém, a questão ambiental passou a fazer parte das prioridades da Administração Municipal. A realização da Terceira Semana do Meio Ambiente é mais uma maneira de incentivar a participação de todos nas discussões para avaliarmos o que já foi feito e o que ainda precisamos fazer. Nós sabemos que as soluções acontecem a longo prazo, mas temos a certeza de que já conseguimos conquistas importantes. O aumento significativo dos índices de tratamento de esgoto na cidade – que vai se ampliar significativamente com as obras de despoluição do Córrego do Turi –, a transformação do antigo “lixão” em um aterro sanitário controlado, o incentivo à coleta seletiva e à formação de cooperativa de catadores, a fiscalização na área de mineração, os investimentos na revitalização de áreas verdes e o programa de educação ambiental são apenas alguns exemplos do que Jacareí já vem fazendo em relação à questão ambiental. Este conjunto de ações, no entanto, precisa ser cada vez mais ampliado e estimulado, envolvendo toda a população. Com a Semana do Meio Ambiente, temos a oportunidade de discutir e ampliar essas ações, de forma que consigamos uma sintonia entre o desenvolvimento econômico-sustentável e a preservação e valorização das questões ambientais. |
Cidadania e acessibilidade
Jacareí já se tornou referência quando se fala em acessibilidade e na garantia do transporte público para todas as pessoas. Principalmente pessoas que necessitam de condições especiais para usar os ônibus. Nossa cidade foi a pioneira na adoção de linhas regulares de ônibus adaptados, com sistema de elevador para o transporte adequado e seguro do cadeirante. Esta semana, demos mais um passo importante para ampliar ainda mais esse atendimento – em toda a frota, somamos 46 ônibus adaptados, atendendo a 14 linhas. Vale lembrar que esta semana também ampliamos o serviço de identificação digital para idosos, o sistema Finger, que já atende em média a cerca de 200 pessoas com mais de 65 anos, permitindo que passem pela catraca e ocupem qualquer lugar no ônibus. Mas, mais importante do que a quantidade de jacareienses atendidos é a qualidade do serviço prestado. Investir no transporte público é garantir o acesso de todos a mais oportunidades, e é também garantir mais qualidade de vida – menos carros nas ruas e mais pessoas usando ônibus significa menos poluição, naturalmente – só para citar um exemplo. Garantir serviços de qualidade, em todas as áreas, para toda a população, é uma obrigação do poder público. Nessa missão, contamos com a participação e o empenho de várias empresas, de comunidades e de grupos organizados da sociedade. E é com esse espírito, de participação e de união, que conseguimos garantir o pleno exercício da cidadania. |
Carona: uma boa opção
Ontem (10) na Folha de São Paulo, em Tendência e Debates, saiu um artigo do Lincoln Paiva muito interessante sobre uma alternativa simples e eficaz – a carona solidária. Esta tem sido uma opção de muitos cidadãos europeus para melhorar o trânsito e também reduzir as emissões de CO2. A preocupação com o desenvolvimento sustentável das cidades tem movido debates em torno de alternativas que ajudem a melhorar a vida das pessoas nos grandes centros urbanos. Trânsito e poluição são apenas alguns dos problemas que a urbanização tem causado na vida da população como já comentei em texto anterior. Então aqui está uma dica de mudança de comportamento: peça e dê carona! Para quem é assinante da uol, o texto está disponível para leitura pelo link |
Transporte coletivo no mundo
A preocupação com a melhoria na qualidade do transporte coletivo tem sido muito discutida pela imprensa. Já faz algum tempo que existe um movimento para diminuir o trânsito e a poluição nos grandes centros urbanos, e uma das soluções apontadas é aumentar o uso o transporte público. |
| | |
|
O que é RSS?